Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Defesa
do Consumidor (Idec) constatou que resíduos de agrotóxicos permanecem até em
bisnaguinhas, bolachas recheadas, biscoitos de água e sal, cereais matinais,
bebidas de soja e salgadinhos.
Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Defesa
do Consumidor (Idec) constatou que resíduos de agrotóxicos permanecem até em
bisnaguinhas, bolachas recheadas, biscoitos de água e sal, cereais matinais,
bebidas de soja e salgadinhos.
Recentemente, os representantes dos países da COP-26 falaram que estamos “a um minuto para a meia-noite”. Quer dizer não haver mais tempo para negarmos o que se deve fazer para amenizar o impacto da vida humana sobre a natureza. E a contribuição tem que vir de todos. Já parou para pensar, por exemplo, na poluição que as fraldas descartaveis bebê podem estar causando contra o meio ambiente?
Praticamente
tudo que usamos para a nossa higiene pessoal afeta o meio ambiente. Imagina o que
acontece com os resíduos de camisinhas ou mesmo absorventes. Não a toa ouvimos
médicos e outros especialistas propondo alternativas, como a calcinha
absorvente reutilizável.
Do pós-parto aos
três anos de idade, um bebê pode consumir até 4.500 fraldas descartáveis, o que
se traduz em 500 kg de resíduos e outros 500 kg de poluição do ar por monóxido
de carbono
Ciente de quão
poluentes as fraldas podem ser, a designer alemã Ayumi Matsuzaka desenvolveu um
tipo de fralda biodegradável que também serve de adubo para o cultivo de
plantas.
Matsuzaka
desenvolveu um tipo de fralda biodegradável diferente. Ela é composta de
materiais de ciclagem de nutrientes – solução trazida dos 5 anos em que a
designer trabalhou para pesquisadores de
solo. E, no fim das contas, pode virar adubo para o cultivo de plantas, já que
a fralda é facilmente compostável, tornando-se uma “terra preta” cheia de
nutrientes.
A ideia é que as fraldas criadas por Matsuzaka possam ser retiradas e recolhidas pelos pais em pontos de coleta especiais, como praças, creches e outros espaços públicos – algo que a designer já está trabalhando para se tornar possível. As peças usadas devem ser depois transformadas em um substrato higiênico de terra preta. E este material – lembrando que é rico em nutrientes, perfeito para o crescimento de árvores, incluindo frutíferas. Inclusive, a ideia de Ayumi é que a sua empresa possa colaborar com o plantio de milhares de árvores em solo alemão.
FONTE: Razões Para Acreditar
No ultimo dia 26 de outubro o Governo do Amazonas fez pronunciamento com o objetivo de anunciar o reajuste para os servidores publico do Estado do Amazonas, onde nesse grupo se encontram vários engenheiros de todas as modalidade da Engenharia, porém os valores anunciados foram decepcionantes e o CREA Amazonas não se manifestou.
Cerca de mais de 100 engenheiros receberam apenas um reajuste de 2,4%, e que estão há cerca de 4 anos sem aumento, outrossim não recebem nem o piso salarial pelo fato de não serem regidos pelo regime CLT. Porém o CREA Amazonas não tem feito nada para buscar negociações para melhorar os salários desses engenheiros do serviço publico do Amazonas.
O conselho regional de Medicina Veterinária se manifestou com uma nota de solidariedade aos Médicos Veterinários que atuam nos orgãos estaduais do amazonas, lamentando o baixo reajuste e fazendo uma solicitação de revisão dos valores do reajuste que iguale aos valores da inflação, solicitando dessa forma a valorização profissional dos Médicos veterinários e Zootecnistas.
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| NOTA DE SOLIDARIEDADE DO CONSELHO DE MEDICINA VETERINARIA REPUDIANDO O BAIXO REAJUSTES AOS MEDICOS VETERINÁRIOS |
Enquanto isso, alguns engenheiros questionaram em grupos de whatsapp onde estaria o CREA Amazonas nesse momento que os engenheiros precisam da valorização do seu conselho profissional, e passado cerca de 1 semana o CREA AMAZONAS não se manifestou e ficou omisso, aparentando não se importar quanto a valorização profissional dos engenheiros do sistema CONFEA/CREA , quanto a valorização profissional.
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| MENSAGEM QUE CIRCULOU EM GRUPOS DE WHATSAPP SOBRE O QUE PENSA O CREA AMAZONAS E OUTRAS ENTIDADES SOBRE O BAIXO REAJUSTE |
Parabéns ao Conselho de Medicina Veterinária na busca da valorização profissional dos Médicos Veterinários e Zootecnistas
Embora a indústria da construção civil possua aproximadamente 40% de participação na economia mundial e contribua para a infraestrutura e desenvolvimento da sociedade, se sabe que a extração de materiais (areia, madeira, pedras, minérios, metais, entre outros) impacta drasticamente o meio ambiente. Por causa disso, há quem pense que engenharia civil não combina com sustentabilidade. Porém, verdade é que os profissionais da área já se preocupavam com as consequências da engenharia civil para o meio ambiente desde os anos 90, o que os impulsionou a buscar novos conceitos e alternativas. Foi assim que a Construção Sustentável surgiu.o que os impulsionou a buscar novos conceitos e alternativas.
Mas afinal, o que é construção sustentável?
Para a engenharia civil, Construção Sustentável é um conceito
capaz de se adaptar a qualquer projeto através de tecnologias ecológicas, com o
objetivo de preservar o meio ambiente e poupar recursos naturais.
Dessa forma, os projetos de construções sustentáveis podem
contribuir para a preservação do meio ambiente, de diversas formas. Abaixo,
citamos algumas:
• Sistemas
de aproveitamento e captação de água;
• Projetos
inteligentes com reaproveitamento e redução de desperdícios;
• Materiais
de construção ecológicos;
• Sistemas
de energia sustentável;
• Ferramentas
e insumos ecologicamente corretos;
• Reutilização
de insumos pétreos e asfálticos na pavimentação de estradas e ruas.
Reduzindo custos com a construção sustentável
No primeiro momento, os procedimentos e insumos da
construção sustentável podem parecer mais caros quando comparados aos
tradicionais da engenharia civil. Contudo, a longo prazo a redução de custos em
manutenção e contas é bastante significativa.
Um exemplo bastante comum de construção sustentável são os
sistemas de captação de água da chuva. Além de baratos, são fáceis de construir
e servem como uma valiosa fonte de água para uso geral, reduzindo
significativamente os valores da conta.
Aquecedores solares também são uma excelente alternativa
para economia de energia, embora ainda sejam pouco utilizados. Quando
instalados no telhado, utilizam o calor do sol como aquecedores.
Outra excelente alternativa para a área de pavimentação de
vias é a reciclagem de pavimentos, que prevê a reutilização dos insumos
existentes para a confecção de novas camadas de pavimento, evitando uma
exploração ainda maior de agregados pétreos do meio ambiente).
Construções sustentáveis no Brasil
No ano de 2017 o Brasil recebeu sua primeira norma técnica
para cidades sustentáveis, a NBR ISO 37120:2017. A norma envolve 100
indicadores que devem nortear construções sustentáveis pelo país, entre eles
estão aspectos econômicos, sociais, ambientais e tecnológicos. O objetivo da
NBR ISSO 37120:2017 é sanar todas as possíveis dúvidas sobre sustentabilidade,
além de impulsionar no surgimento de cidades, bairros e construções
sustentáveis.
Aqui no Brasil, um exemplo de construção sustentável
reconhecida e premiada é o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O museu conta
com painéis solares que se movem para rastrear o movimento do sol, sistemas de
captação de água da chuva e canalização de água para a Baía de Guanabara, com a
finalidade de abastecer o ar condicionado do prédio.
O CREA Amazonas indicou 2 engenheiros
florestais para compor a Comissão Estadual de Sementes e Mudas do Amazonas como
representantes do CREA-AM. E pela primeira vez
um engenheiro agrônomo não é indicado pelo CREA Amazonas, mesmo tendo
conselheiros engenheiros agrônomos na
Câmara de Agronomia e no quadro de servidores do conselho profissional. Isso
criou indignação ao engenheiros agrônomos do Amazonas que mais uma vez se sentiram menosprezados e desvalorizado pelas ações do CREA Amazonas, que deveria valorizar todas as profissões do sistema CONFEA/CREA, o caso só veio a conhecimento público agora em outubro de 2021.
| DOCUMENTO ENVIADO PELO CREA AMAZONAS INDICANDO 2 ENGENHEIROS FLORESTAIS PARA A COMISSÃO DE SEMENTES E MUDAS DO AMAZONAS |
O QUE É A COMISSÃO ESTADUAL DE
SEMENTES E MUDAS
Os Estados deverão constituir
Comissão de Sementes e Mudas, a ser composta por representantes indicados por
entidades federais, estaduais ou distritais, municipais e da iniciativa
privada, com vínculo com a fiscalização, a pesquisa, o ensino, a assistência
técnica, a extensão rural, a produção, o comércio e a utilização de sementes e
de mudas.
Suas criações estão previstas na Lei
10.711 e no Decreto 10.586/20;
Compete as comissões de sementes e
mudas assessorar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na
elaboração de normas e de padrões de identidade e de qualidade relativos à
produção e ao comércio de sementes e de mudas;
Com funções consultivas, informativas
e de assessoria ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA),
as Comissões de Sementes e Mudas objetivam o aprimoramento do setor.
A Comissão de Sementes e Mudas do
Amazonas já existe há varios anos, apesar de estar sem reunir algum tempo,
tendo sua ultima convocação de reunião realizada em 2020.
A comissão trata dos interesses
das culturas mais relevantes do estado
onde podemos citar a principalmente as culturas de fruticultura, mas abrange
também as mudas de ornamentais em crescimento no estado, e espécie florestais.
O CREA Amazonas é representando
através de 2 membros sendo 1 titular e 1 suplente, sempre houve a indicação
de pelo menos 1 engenheiro agrônomo, o que não aconteceu em 2021.
Considerando que ao engenheiro florestal
suas atribuições profissionais estão limitadas aos casos de sementes e mudas de
espécies e essenciais florestais e parte de ornamentais dessa forma seria
importante ter pelo menos 1 membro engenheiro agrônomo compondo a representação
do CREA Amazonas, pois tem as culturas de fruticultura, grãos (milho, soja,
arroz, feijão), etc, onde o engenheiro agronomo possui atribuição profissional.
Um grupo de engenheiros agrônomos ao saberem da indicação do CREA sentiram que a classe agronômica vem sendo desvalorizada e menosprezada pelo CREA Amazonas, inclusive o CREA deveria dar exemplo e não contribuir para o exercício ilegal do engenheiro florestal em não ter atribuição em relação a assessoria para produção de sementes e produção de mudas de fruticultura e grãos.
Energia sustentável é o termo utilizado para toda energia
elétrica originada a partir de fontes renováveis, além de não gerar impacto ao
meio ambiente. A energia solar, a energia eólica, a energia geotérmica e a
energia hidroelétrica são alguns exemplos que se encaixam nessa descrição.
Embora muitos saibam que as energias sustentáveis são uma tecnologia com o propósito nobre de desacelerar os impactos ambientais causados pelas energias não sustentáveis, como petróleo e carvão, existem diversas outras características que tornam o uso da energias renováveis muito mais vantajosas.
Inesgotável
Como essas
energias são renováveis, utilizá-las para geração de energia elétrica não
causará futuramente em sua escassez como acontece com o petróleo e o carvão.
Baixo impacto ao Meio Ambiente
Diferente dos
combustíveis fósseis, por não ser
necessário queimar as energias sustentáveis para gerar energia ou extraí-las de
bolsões profundos em terra firme e
abaixo do fundo do mar, as energias sustentáveis possuem praticamente nenhum
impacto ao meio ambiente.
Exige manutenção mínima
Acessível
Enquanto fontes
de energia como o petróleo e o carvão são de difícil acesso, visto que poucos
países possuem grandes reservas de combustíveis fósseis, as energias
sustentáveis podem ser aplicadas em praticamente qualquer lugar. Extensas
planícies são perfeitas para geradores eólicos, ao passo que locais com alta irradiação possuem vantagem
com relação à geração de energia solar e planaltos formam ótimas localizações
para usinas hidroelétricas.
Evita gastos excessivos na conta de luz
Tendo em vista essas características, podemos observar que o investimento nessa tecnologia é imensamente vantajoso não só para evitar gastos na conta de luz ou por não impactar o meio ambiente, mas também futuramente quando as reservas de petróleo e carvão se esgotarem. Somando tudo isso ao fato de que a energia renovável pode ser aplicada em qualquer lugar, não há dúvidas de que essa tecnologia veio para ficar.
Fonte: INOVATECH
Com as crescentes mudanças na
economia mundial, os setores produtivos são forçados a tornar seus processos
cada vez mais eficientes – dessa forma, é possível produzir em maior quantidade
e no menor tempo e custo possíveis. Isso traz impacto para as construtoras e
outras empresas do ramo, uma vez que estes setores estarão mais bem preparados
para competir em um mercado consideravelmente exigente.Uma das alternativas
para se adequar à realidade do setor é a terceirização na construção civil.
Apesar de ser polêmica e não tão bem conhecida por todos, a prática tem se
tornado cada vez mais comum.
O que é a Terceirização?
A prática da terceirização
consiste na contratação de uma pessoa jurídica no lugar de pessoas físicas
responsáveis pela execução de uma das etapas de uma empresa. Ou seja, ao invés
de ter empregados próprios, as empresas contratam prestadores terceirizados e
utilizam indiretamente seus funcionários, que geralmente são especializados em
alguma etapa do processo produtivo em questão.
Anteriormente, essa prática tinha
restrições relativas às etapas que poderiam ser terceirizadas, de acordo com a
súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho. Poderiam ser terceirizadas apenas
atividades-meio e, por período temporário, atividades-fim. No entanto, a partir
de 2017, a lei 13.429/17 passou a permitir que a terceirização de qualquer uma
das etapas.
Atividades-meio: são as
atividades necessárias para se chegar ao produto final ao qual uma empresa se
dedica.
Atividades-fim: são as atividades
que fornecem o produto final diretamente.
Quais os benefícios da
terceirização na construção civil?
A prática da terceirização pode
apresentar diversos benefícios para empresas de construção civil, dentre os
quais podemos citar:
1. Redução de custos
A terceirização permite a redução
de custos, pois a necessidade de muitos gastos fixos é eliminada. Assim, a
construtora não precisa arcar com itens como a manutenção de equipamentos,
capacitação de profissionais e encargos sobre os funcionários. Todos esses
custos são substituídos pelo contrato com a empresa terceirizada contratada.
Os contratos também já levam em
consideração possíveis riscos ao longo da execução da obra, de forma que não
haja nenhum gasto inesperado para a construtora contratando os serviços.
2. Previsibilidade da situação
financeira da construtora
Diante do que foi exposto acima,
pode-se notar que os serviços terceirizados mantém os custos quase sempre fixos
ao longo da obra. Não existem custos adicionais em momentos eventuais de
necessidade, como costuma acontecer nas relações tradicionais de trabalho.
Possíveis riscos já ficam previstos no contrato inicial e, caso haja algum
problema na execução, cabe à própria terceirizada resolver e arcar com os
custos. Além disso, por se tratar de uma empresa especializada naquele tipo de
serviço, as chances de que algum erro ocorra são menores.
Dessa forma, a terceirização na
construção faz com que os gastos se tornem mais previsíveis, a situação financeira da construtora se mantém
mais estável e há mais segurança para a realização de outros investimentos imobiliários.
3. Foco na atividade-fim
A atividade-fim de uma empresa é
a atividade principal dela, ou seja, é o que ela está buscando oferecer para o
mercado no final de todas as etapas. Com a terceirização na construção,
torna-se mais fácil a empresa concentrar seus esforços e sua energia na execução
da obra em si. Ao fornecer mais atenção para ela, a chance de que ocorra alguma
falha se torna menor e a qualidade é mais garantida.
A terceirização é feita
geralmente na atividade-meio – aquela que é necessária para se alcançar a
atividade-fim, mas não é o foco da empresa. Por exemplo, a construtora é
responsável pela execução da obra de um edifício, porém existem outras etapas
necessárias para que ela seja possível. O dimensionamento das instalações
elétricas e hidrossanitárias é necessário para a construção, embora não esteja
incluído diretamente nela.
Nesse caso, a construtora teria a
opção de terceirizar os projetos elétrico e hidrossanitário para uma empresa
especializada nestes serviços. Assim, ela poderia se concentrar em sua
atividade-fim – que seria fornecer os insumos necessários para construir o
edifício, como operários, máquinas, equipamentos e tecnologia construtiva.
4. Maior qualidade nas etapas da
construção
Ainda seguindo o exemplo
anterior, pode-se perceber que a construtora conseguirá se concentrar mais
facilmente em pessoas especializadas relacionadas com sua atividade-fim. No
entanto, é importante lembrar que as atividades-meio terceirizadas também
contarão com profissionais especializadas. Isso acontece porque a atividade-meio
da empresa contratante pode ser a atividade-fim da empresa contratada. No
exemplo da construtora, a empresa responsável pelo dimensionamento das
instalações teria esse serviço como seu objetivo final. Logo, todas as empresas
envolvidas estariam concentradas em realizar e aperfeiçoar apenas a sua
atividade-fim.
Dessa forma, a terceirização na
construção garante uma melhor qualidade nos serviços de uma maneira geral. A
construtora poderá se especializar na execução da obra, enquanto a terceirizada
irá focar apenas no realização de atividades específicas. Com profissionais
qualificados para os serviços, todas as etapas do processo construtivo saem
favorecidas.
Adicionalmente, é possível citar
como os serviços oferecidos pela construtora podem ser restritos. Caso o
cliente queira algo mais completo, é possível terceirizar novos serviços, a fim
de atender às necessidades.
Por exemplo, se um cliente deseja
construir sua casa em um terreno vazio, ele irá precisar do projeto completo de
plantas arquitetônicas, projeto estrutural, orçamento e os responsáveis pela
construção de fato. Levando em consideração que são muitas etapas e de
naturezas muito diferentes, é normal pensar que poucas empresas ofereceriam
todos os serviços de forma completa. Com a terceirização, é possível unir todas
as atividades e resolver o problema do cliente de uma só vez.
5. Facilidade de expansão da
empresa
Quando se deseja expandir um
negócio, é necessário pensar em todas as burocracias envolvidas e a
infraestrutura exigida para suportar a produção em maior escala. Com a
terceirização na construção, isso se torna mais fácil, pois ela reduz os gastos
e traz maior previsibilidade para a situação financeira da construtora.
Isso também contribui para a
possibilidade de uma expansão organizada, pois reduz as chances de dificuldades
no momento de transição. Se a construtora quer realizar mais obras, por
exemplo, haveria a necessidade de fazer um acompanhamento mais próximo de todas
elas, o que demandaria mais funcionários. Ao optar por terceirizar parte do seu
serviço, ela pode direcionar profissionais para as novas atividades que surgem.
Dessa forma, é possível perceber
que a terceirização na construção traz muitos benefícios. Além de reduzir os
custos, ela também melhora a qualidade do serviço entregue e permite uma
expansão mais fácil das atividades da empresa.
Fonte:
O financiamento do Banco do Brasil recursos oriundos de Operação de Crédito do Programa PROMINF/MANAUS/BANCO DO BRASIL. esta sendo utilizado...